Odin
Seu papel, como o de muitos deuses nórdicos, era complexo; era o deus da sabedoria, da guerra e da morte, embora também, em menor escala, da magia, da poesia, da profecia, da vitória e da caça. Era sobretudo adorado pelas classes sociais superiores
Historia de Odin
Odin morava em Asgard, no palácio de Valaskjálf, que ele construiu para si, e onde se encontra seu trono, o Hliðskjálf, onde podia observar o que acontecia em cada um dos nove mundos, graças aos seus dois corvos Hugin e Munin, os quais ganhou da deusa Hela. Durante o combate brandia sua lança, chamada Gungnir, e montava seu cavalo de oito patas, chamado Sleipnir.
Era filho de Borr e da jotun Bestla, irmão de Vili e Vé, esposo de Frigg e pai de vários dos deuses asses, tais como Thor, Baldr, Vidar e Váli. Não se sabe ao certo o porque de Odin, Vili e Vé terem assassinado o gigante Ymir, mas sabe-se que com os pedaços de seu corpo, eles começaram a criar o mundo. Ou como na visão cosmogônica dos escandinavos, eles criaram sete dos nove mundos, lembrando que Nilfheim e Muspelheim já existiam.
Nós entenderíamos como a criação do planeta Terra, mas os escandinavos concebiam o universo dividido em nove mundos. O conceito de universo aqui não é o que temos hoje, para eles o universo estaria conectado por uma imensa árvore chamada Yggdrasil, a qual seus galhos e raízes se ligariam aos nove mundos, e seu tronco seria visível em algum lugar no centro de Midgard.
Como deus da guerra, era encarregado de enviar suas filhas, as valquírias, para recolher os corpos dos heróis mortos em combate, os einherjar, que se sentam a seu lado no Valhalla de onde preside os banquetes. No fim dos tempos Odin conduzirá os deuses e os homens contra as forças do caos na batalha do fim do mundo, o Ragnarök. Nesta batalha o deus será morto e devorado pelo feroz lobo Fenrir, que será imediatamente morto por Vidar, que, com um pé sobre sua garganta, lhe arrancará a mandíbula.
O Sacrifício por Poder
O velho deus certa vez desceu ate a base da grande Yggdrasil, adentrando por um caminho, que descia as profundezas da terra, ele chegou a Fonte de Mimir. Mimir era um dos deuses mais antigos, surgido ainda nos primórdios do mundo, ele era considerado o mais sábio dos deuses. Sabedoria essa advinda da fonte que passou a levar seu nome.
Odin chegando até esse local, solicitou ao deus poder beber um pouco da fonte da sabedoria, Mimir concordou, desde que Odin oferecesse algo em troca. O velho rei arrancou um de seus olhos e o colocou na borda de pedra da fonte, então bebeu um trago daquelas águas.
A sabedoria conseguida pelo Pai de Todos lhe desenvolveu o dom da vidência. Embora a deusa Frigga também possui esse dom da vidência, ambos não costumam predizer o futuro para ninguém, guardam para si o conhecimento do futuro, logo, as deusas Nornas é quem ditavam o destino de homens, gigantes, anões, elfos, deuses, etc.
Outro aspecto que marca o poder da vidência do rei dos deuses advinha da magia das runas, onde as runas eram usadas para prever o futuro. Segundo os mitos, foi Odin quem criou ou descobriu os mistérios mágicos das runas, e para isso ele teve quase que morrer.
Conta-se que o velho rei foi enforcado a Yggdrasil a qual as raízes chegavam as profundezas da terra. Ele ficou nove dias e nove noites amarrado a árvore, sem comer e sem beber, mas para completar seu sacrifício, ele foi atingido por uma lança, que ficou cravada em sua barriga, durante este tempo.
Odin diz que descobriu os mistérios rúnicos sob gemidos de dor, até que após esses nove dias de sofrimento, ele caiu na terra, tendo aprendido os nove cantos do filho de Bolthorn. Bolthorn era um gigante e foi o avô materno de Odin
Tendo se apossado dessas palavras mágicas, Odin começou a escrevê-las em certos lugares (ele escreveu runas em escudos, navios, nas patas e dentes de seu cavalo, na sua lança, sobre o ouro, a terra, pedras, ervas, etc.) e posteriormente ensinou a humanidade esse poder mágico de proteção, cura, invocação, ataque, vidência, etc. Embora Odin fosse associado a magia, eram o deuses Vanir que geralmente a utilizavam mais.
As runas não são signos mágicos, são uma forma de escrita que serve tanto para fins utilitários quanto para intenções mágicas. A magia rúnica era especialmente importante onde cada runa ocupava um efeito especial de feitiço ou mágica. O especialista em runas era chamado de Rúna-meistari.
Odin chegando até esse local, solicitou ao deus poder beber um pouco da fonte da sabedoria, Mimir concordou, desde que Odin oferecesse algo em troca. O velho rei arrancou um de seus olhos e o colocou na borda de pedra da fonte, então bebeu um trago daquelas águas.
A sabedoria conseguida pelo Pai de Todos lhe desenvolveu o dom da vidência. Embora a deusa Frigga também possui esse dom da vidência, ambos não costumam predizer o futuro para ninguém, guardam para si o conhecimento do futuro, logo, as deusas Nornas é quem ditavam o destino de homens, gigantes, anões, elfos, deuses, etc.
Outro aspecto que marca o poder da vidência do rei dos deuses advinha da magia das runas, onde as runas eram usadas para prever o futuro. Segundo os mitos, foi Odin quem criou ou descobriu os mistérios mágicos das runas, e para isso ele teve quase que morrer.
Conta-se que o velho rei foi enforcado a Yggdrasil a qual as raízes chegavam as profundezas da terra. Ele ficou nove dias e nove noites amarrado a árvore, sem comer e sem beber, mas para completar seu sacrifício, ele foi atingido por uma lança, que ficou cravada em sua barriga, durante este tempo.
Odin diz que descobriu os mistérios rúnicos sob gemidos de dor, até que após esses nove dias de sofrimento, ele caiu na terra, tendo aprendido os nove cantos do filho de Bolthorn. Bolthorn era um gigante e foi o avô materno de Odin
Tendo se apossado dessas palavras mágicas, Odin começou a escrevê-las em certos lugares (ele escreveu runas em escudos, navios, nas patas e dentes de seu cavalo, na sua lança, sobre o ouro, a terra, pedras, ervas, etc.) e posteriormente ensinou a humanidade esse poder mágico de proteção, cura, invocação, ataque, vidência, etc. Embora Odin fosse associado a magia, eram o deuses Vanir que geralmente a utilizavam mais.
As runas não são signos mágicos, são uma forma de escrita que serve tanto para fins utilitários quanto para intenções mágicas. A magia rúnica era especialmente importante onde cada runa ocupava um efeito especial de feitiço ou mágica. O especialista em runas era chamado de Rúna-meistari.



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